TEATRO: JokerPsique

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Ok, ele está no programa do FTB Cena Gaúcha como espetáculo de Dança. Tá, fechamos em “espetáculo contemporâneo”. Não aceito nem só como Dança nem só como Teatro.

JokerPsique é um trabalho contemporâneo criado pelo artista Alessandro Rivellino, integrante e fundador do cOLETIVOjOKER, indicado ao Prêmio Açorianos como melhor Espetáculo e vencedor do Prêmio na categoria Melhor Bailarino, em 2011, na cidade de Porto Alegre. Este trabalho é um romance auto-biográfico através das linguagem da dança contemporânea e sua comunicação com a da performance, do teatro contemporâneo e vídeo-arte . Um trabalho onde 11% é mentira e 13% é cópia. Uma das mentiras é que o trabalho será solo, ou seja, um grande time de artistas estará envolvido neste processo que apresenta o artista/performer/bailarino trazendo questões da contemporaneidade em seu corpo em cena. JokerPsique é um espetáculo-performance que mistura linguagens da dança contemporânea com o questionamento do fazer cênico. é baseado em pesquisa própria de movimentos e calcado em três apresentações solos previamente realizadas pelo artista/criador: Jesus na Meia Ponta, Tudo Aquilo que Já Aconteceu Agora e Experimento Aleatório.

Este vídeo ele usou no catarse, pra conseguir grana pra dar início ao espetáculo, no ano passado. E conseguiu a meta que colocou lá. Até mais um pouco! Olha o link do projeto: http://catarse.me/pt/projects/137-jokerpsique

Eu gostei muitíssimo, bastante mesmo! A ponto de querer ter contato com o Alessandro pra trocas artísticas futuras. E nem achei o cara no facebook (meleca!). Mas achei um blog, daí deixei o comentário lá. É esperar agora. Não, não é só porque eu fiquei interessado no homem, mas também e principalmente porque eu fiquei interessado no artista. E não, pra mim não é só um espetáculo de dança. É um espetáculo contemporâneo mesmo, difícil delimitar aqui se é dança, teatro, performance ou o que é. Ok, alguém vai precisar delimitar, mas eu não quero, não neste momento. Ah! O blog dele: http://alessandrorivellino.wordpress.com/

FILME: Orfeu Negro

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Acabei de assistir o filme Orfeu Negro (título original: Orphée Noir). É um filme de 1958, premiado à época em Cannes e até com o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro – prêmio que foi para a França, visto que o diretor, Marcel Camus, é francês. Este filme é considerada a obra-prima dele. Se não me engano, o filme foi mencionado por Barack Obama, quando esteve no Brasil ano passado.

O filme é baseado na peça Orfeu da Conceição, de Vinícius de Moraes, que foi baseada no mito grego de Orfeu e Eurídice. A peça de Vinícius já fazia a transposição do mito para os morros do Rio de Janeiro. Não conheço a peça, mas pelo que peguei do filme, não há uma adaptação da narrativa e sim das figuras representadas pelos mitos. A relação de Orfeu com a Música e a relação de Eurídice com a Morte são mantidas. De resto, não há tantos pontos de contato assim. Pelo menos não com o mito que eu tive a possibilidade de conhecer.

O filme traz uma visão bastante caricata do Brasil, “o país do samba”. Tudo bem que a Eurídice do filme (interpretada por uma norte-americana radicada na França, Marpessa Dawn) chega ao Rio de Janeiro exatamente na época do Carnaval. Mas o povo todo samba a todo momento, e de um jeito super esquisito. O resto do elenco é brasileiro mesmo, o protagonista sendo interpretado por um ator/jogador de futebol, chamado Breno Mello. Do elenco, a única pessoa que continuou na carreira, pelo que verifiquei superficialmente, foi Léa Garcia, que faz Serafina, a prima de Eurídice. Talvez as crianças do filme sejam do ramo hoje ainda. Nem dá pra saber direito. Pelo IMDb, até consegui localizar os nomes, mas só há produções com eles até a década de 1960 mesmo e nada mais.

Curiosidades: Marpessa Dawn (Eurídice) faleceu em 2008 e Breno Mello (Orfeu) faleceu 41 dias depois. Ela na França e ele em Porto Alegre, Brasil. O cenário da primeira montagem da peça de Vinícius, no Rio, era de Oscar Niemeyer.

Vinícius recita o Monólogo de Orfeu (da peça):

 

O filme está disponível inteiro no youtube, dividido em 13 partes. A primeira está aqui: http://www.youtube.com/watch?v=xzmhfg7T0B8

Um trecho interessante, mais musical:

 

Opa! Não é que tem o filme completo num link só do youtube. Veja aqui:

 

E, por fim, o trailer do filme:

http://www.youtube.com/watch?v=xzmhfg7T0B8

Coro, no Wikipédia em português

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Te leva, na verdade, para uma página que leva a outras páginas. O que eles chamam de desambiguação.

Tem isso:

Coro pode significar:

Leitin ho

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o que nos faz iguais
é o que nos separa

nossos corpos juntos
soam desejosos
de quê?
o meu dele
e o dele?

cruza braços, pernas
o tronco de um com o tronco do outro
arvorescemo-nos

e os rostos que se encontram
querem se descobrir
querem se ver no olho do outro
ou querem só se beijar?

agonio-me de não saber
de estar talvez desvirtuando
a expectativa de só trazer
as sombras para conversarem
entre si

minha sombra quer se fundir à
sombra do outro
da forma mais simples e óbvia que
se pode pensar
só isso

mas
o que nos faz iguais
é o que nos separa

Diplomando – 3ª página

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Hoje a página vai ser curtinha e nada bem elaborada. Estou com muito sono e preciso obedecer o que o meu corpo pede. Nada de apelar para café, maçã, chá, essas coisas pra me manter acordado. Não posso castigar minha saúde. Já sou um senhor de 30 anos! (gargalhadas, por dentro)

Tivemos uma jam cênica maravilhosa esta tarde, na turma da diplomação. Foi lindo! E eu pude perceber muitas coisas interessantes. Que nós temos sim muito material, e um bom material, ou seja, temos repertório. Que nós sabemos lidar bem com improviso, geralmente. Que conhecemos algumas estruturas interessantes para a cena e sabemos aplicá-las. Ou seja, não é uma ilusão, nós não passamos estes semestres todos estudando e fazendo e acontecendo à toa. A gente aprendeu. E agora a gente vai poder dar uma amostra de tudo que a gente aprendeu. É isso!

Foi lindo ver, na final do Se Ela Dança Eu Danço, 4 pessoas com quem eu tive oportunidade de estudar, mesmo que só por um semestre, na ETMB (Escola de Teatro Musical de Brasília), sendo uma delas professora de dança, na época. E eles estavam dançando com os jurados, que são feras. E ficou um número muito legal. Bem elaborado. Acho que a coreô foi de Fernanda Fiuza, que arrasa sempre. André Torquato, como sempre, fazia cada movimento com uma energia incrível. Mateusinho leve e preciso, um lorde, um brilho absurdo. E Fernanda Cascardo, pra minha surpresa, era aquele mulherão perto de Fê Fiuza. Eu demorei a entender que era ela. Foi lindo mesmo! Eu adoro ver amig@s e pessoas queridas fazendo sucesso, se realizando naquilo que gostam de fazer.

Depois ainda vi Kaio Borges sapateando no segundo episódio do Dercy de Verdade, só pra completar. Até que eu escrevi um monte. Agora vou mesmo dormir. Eu nem aguentei ler um capítulo inteiro do livro do Barba, que eu preciso terminar!

Até a próxima página ;)

Diplomando – 2ª página

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Otorrinolaringologista, esternoclidomastoideo, inconstitucionalissimamente etc etc etc. Enfim, um monte de palavrões, como diria Dolores, ou melhor, Dercy Gonçalves. A parada começou pra valer! Hoje tivemos nosso 1º encontro. Eram 13 coleguinhas presentes, contando comigo. Visto que são 20, no total, e que estamos no dia 10 de Janeiro, com muita gente ainda viajando, acho que é um número muito bom! E a gente começou bem. Ok, foi só conversinha. Tenho até um certo medo disso, porque de outras vezes que a gente ficou conversando, conversando, conversando, daí quando partia pra ação, mudava tudo. Mas acho que agora é diferente. Estamos caminhando juntos, é isso que sinto. O interessante é que, logo no começo da conversa, já surgiu um ponto que muito me interessa: a definição dos grupos, que cuidarão de cada parte mais de perto, pra que a coisa funcione. Ou seja, meu tema de monografia tem toda razão de ser. Foram definidos seis grupos: dramaturgia, cenografia e iluminação, figurino e maquiagem, sonoplastia e voz, corpo e coreografia e produção. Eu optei por ficar somente no de dramaturgia, mas é claro que vou ficar de olho em todos eles. Meu interesse é, exatamente, perceber como o coletivo vai se comportar ao ter que lidar com tantas questões, além de ter que desempenhar bem o papel de intérprete-criador. Uma pergunta me inquietou. Falando sobre o começo com Rapha, pelo facebook, ele me perguntou: “e quem são os teóricos em quem você vai se embasar para o seu estudo sobre o ator-colaborador?”. E quem são? Eu preciso realmente começar a definir logo essa questão da bibliografia e estudar. Se não vai ficar tudo muito superficial e nada acadêmico. A começar por este texto que estou escrevendo agora. Ok! Daremos um desconto às primeiras páginas, mas a ideia é que, a partir de determinado ponto, os textos aqui tenham um certo nível de elaboração, para que possam inclusive ser aproveitados para a minha monografia.

Tirando isso, como cheguei em casa mais cedo, acabei optando por dar logo um primeiro passo na minha transformação. Pintei o cabelo. Não ficou nem perto do loiro, o que eu já imaginava. Ficou, praticamente, um castanho. Mas é um passo, um pequeno e discreto passo. Daqui a um mês eu pinto novamente – ou clareio mais ou escolho outro tom, talvez vermelho. Enquanto isso vou fazer outras coisas, sempre que der tempo: depilação, unhas, sobrancelhas etc. Enquanto esperava o efeito da tintura, coloquei o DVD que comprei recentemente, no Verdurão, do Margaridas Dança – nome comprido: Abs8 – S3 – x0 - eixo monumental dos prazeres – saída sorte. Acabei vendo só a metade. Depois preciso terminar. Mas… gostei bastante da proposta, e do resultado. Tem a ver com algumas ideias que tenho, não de videodança, mas de videoperformance. Vamos ver se consigo colocar em prática. Fica aqui o trailer, pra registrar.

Como já passou de meia-noite, e eu preciso dormir, pra acordar cedo, pra estar na UnB às 14:00 para o 2º encontro, sem atraso (pra não pagar multa), eu só vou comentar que ainda teve hoje a estreia da microssérie Dercy de Verdade, na Rede Globo. Que delícia! Delícia relembrar a história deste Mito, que foi lindamente homenageado no ano retrasado, no CCBB, no projeto de Sérgio Maggio, com J. Abreu e Adriana Nunes. Eu estava lá no palco, naquela festa toda. Foi lindo. Segue aqui um vídeo relacionado a isso também (eu estou nele). Ai, e o episódio ainda contou com a presença do fofo Alfredo Del-Penho! Foi lindo! Espero conseguir assistir os outros episódios. E o que eu não conseguir, vou buscar na internet, pra não ter que esperar sair em DVD.

É isso.

Diplomando – 1ª página

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Amanhã terei a primeira reunião com o grupo. O começo do fim. Na verdade, não é o começo e nem o fim. Porque nós já iniciamos o processo no semestre passado, com o nosso pré-projeto. Já estamos juntos há algum tempo, de alguma forma. E mesmo durante as férias, estivemos em contato, seja pelo facebook, seja pelo blog, embora eu ache que as pessoas ainda não estão usando bem as ferramentas virtuais – e eu me incluo nesta observação. E também não termina com a apresentação do espetáculo, em julho, porque depois vem a monografia e talvez eu ainda tenha que ficar um pouco mais, para cumprir a quantidade mínima necessária de créditos para graduar. E, além disso, é pouco provável, mas possível que o resultado deste processo venha a ser apresentado mais vezes, em Brasília ou até mesmo em circulação nacional. Quem sabe? Aconteceu com Adubo, está acontecendo com A Porca Faz Anos e Malva Rosa. Tenho esperança que possa acontecer inclusive com (RE)Cruzadas. Por que não acontecer também com a nossa diplomação, ainda sem título, mas que tem o tema da negação como base.

Hoje cedo ouvi no rádio Renato Russo cantando “Sempre faço mil coisas ao mesmo tempo/E até que é fácil acostumar-se com meu jeito” (trecho de O Mundo Anda Tão Complicado, letra e música do Legião Urbana). Como diria Fanta Maria, personagem de A Bofetada, da Cia. Baiana de Patifaria, que revi anteontem no Mosaico Baiano (programa da TV Bahia), depois de tantos anos, “é a minha cara!”

Quantos papéis tenho hoje na vida? Tem o bancário, analista da Caixa, que trabalha na área de Tecnologia da Informação; tem o filho de pais recém-separados, que tem que lidar com a situação da melhor maneira, visto que sempre foi visto com o conciliador, irmão de Cídia, que teve uma breve carreira como cantora, mas frustrou-se e hoje vive numa correria como empresária, dona de uma franquia ao lado do marido, e de Caio, que se formou em Administração, tem um certo gosto pela gastronomia, mas não demonstra grandes ambições para preocupação de minha mãe. Só para complicar um pouco, minha mãe teve um câncer em 2010, extirpado e curado e, na sequência, meu irmão descobriu um câncer no final do ano passado, também já extirpado e em processo de tratamento para garantir a cura, e cada um mora num canto (Bahia, Rio, DF). Além disso, eu preciso cuidar da casa – moro só há 6 anos, então tem o dono-de-casa (esse é bem ruinzinho, diga-se de passagem). Tem o amigo, atualmente mais próximo de Michelle, Roberto e Diógenes. Tem vários outros, mas a gente sempre elege alguns com quem pode contar. Aquela pessoa de quem você já foi na casa, que foi na sua casa, com quem já se compartilhou confissões muito íntimas e com quem já se viveu coisas pra ficarem marcadas nas histórias pessoais – esse papel requer alguma dedicação. Eu já perdi alguns amigos, por falta de cuidado, como já aconteceu com algumas plantinhas que eu já tive também – comparação meio esdrúxula, mas que faz algum sentido. Preciso manter os vínculos com algumas pessoas que além de queridas são muito importantes para mim, tanto para a vida quanto para a carreira – mestres, anjos, colegas etc – e isso também toma um certo tempo, requer investimento com certa periodicidade. Ah! Também sou padrinho de 4 meninas, de diversas idades, todas morando em Vitória da Conquista e sou o organizador da cooperativa Natura lá do trabalho e também organizo os eventos de confraternização da minha equipe. Sem contar uma penca de ideias e projetos que tenho para desenvolver que não posso abandonar totalmente, porque senão, daqui a pouco, já perdeu a razão de ser ou alguma outra pessoa já fez. Aí tem a faculdade.

E eu invento de investigar todos os outros papéis que o ator e a atriz precisam desempenhar num processo de criação coletivo, colaborativo. Sim, porque, além de interpretar, antes, depois ou durante, nós precisamos criar, elaborar, escrever, ser dramaturgos portanto. Precisamos nos dirigir na criação de cenas que serão exibidas para que o grupo aprecie e os diretores finais cortem ou modifiquem. Precisamos criticar o trabalho do outro e do grupo e ter também uma visão crítica do próprio trabalho. Teremos, em algum momento, que tomar decisões quanto a cenário, figurino, objetos de cena, iluminação – agora mesmo estamos às voltas com o dilema de onde será a nossa apresentação. Teremos que cuidar também da divulgação do nosso espetáculo e de como ele será recebido pelo público, ou seja, todos os aspectos de uma produção de um evento cultural. Dramaturgos, diretores, críticos, encenadores, produtores, além de atores e atrizes e observadores do processo, de forma que sejamos capazes de produzir nossas monografias depois de tudo. Mas… eu sempre faço mil coisas ao mesmo tempo e até que é fácil acostumar-se com meu jeito… e essa obra está só começando. Ou já está pelo meio? E ela terá um fim? Ou esse fim será apenas o nosso começo? Que a arte nos aponte umas respostas.

Solange Tô Aberta

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Gente, eu não tive o prazer de ir ao show do Transarte, mas acabei ficando curioso pelos comentários e fui conferir o que era o STA – Solange Tô Aberta.

Que louc@s! Gostei das figuras. Acho que eu talvez curtisse muito o show. Anyway, apóio a atitude ;)

Do ócio pouco criativo

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Não gosto de domingos e feriados. Não consigo aproveitá-los bem. Se já sou pouco organizado e acabo perdendo tempo nos dias úteis, quando tenho horários para cada coisa, obrigações, imagine em dias como hoje, 15 de Novembro, em que não tenho, a rigor, nada obrigatório e definido a fazer.
E há tanta coisa que pode ser feita. São 14:00 e o que fiz até agora? Há de se considerar que levantei cedo, por volta de 7:00.
Vi alguns vídeos, li um capítulo do livro de minha amiga Michelle Bastos (uma biografia de Dulcina de Moraes), lavei roupa (na máquina, claro), organizei uma pasta com exames médicos e receitas, ouvi Maria Rita, Mayra Andrade, mexi um bocado no facebook, falei com minha mãe ao telefone, falei com meu namorado ao telefone algumas vezes, tomei café, almocei (algo que eu mesmo preparei, com zero de maestria). E nada muito mais que isso. Nada produzido para o dossiê do Pré-projeto. Nada para o trabalho de Teatralidades Brasileiras. Nada para o trabalho escrito de Interpretação e Montagem. Nada de pegar os textos de Cruzadas ou A Descida de Dorotéia para estudar. Por que é tão mais fácil fazer outras coisas além do que é realmente necessário fazer?

Até este blog abandonado eu resolvi atualizar e nada de fazer o que é realmente importante. Ninguém vai ler isso aqui, minha gente… Ai ai.
Pronto. Está escrito, Wilson Luiz. Agora tome vergonha na sua cara e vá fazer algo que é preciso fazer. Now!

Pássaros com meu nome

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Eu já sabia da existência de um pássaro cujo nome científico se assemelha ao meu. É o wilsonia citrina, que foi mencionado numa matéria da Revista Superinteressante sobre homossexualidade no mundo animal, de 2006. O texto é o seguinte:

“O pássaro-cantor (Wilsonia citrina), nativo da América Central, é uma espécie na qual um macho atrai o outro por meio do canto, no início do período reprodutivo, e depois eles se juntam. Constroem, então, o ninho e cuidam dos ovos e das crias abandonados por outros indivíduos”.¹

Em português o nome é “Pássaro-cantor”, como diz a matéria. E em inglês é “Hooded Warbler”. Abaixo segue uma imagem do moço. Achei até um site que vende camisetas/adesivos/aventais/etc com imagens dele - http://www.zazzle.com.br/wilsonia+citrina+camisetas.

Hoje descobri que existe uma outra ave com meu nome. É o Wilson’s Bird-of-paradise. Algo como Ave do Paraíso de Wilson. Não descobri o nome pelo qual ele é chamado em português. Achei um texto no Wikipédia em inglês.

“The Wilson’s Bird-of-paradiseCicinnurus respublica, is a small, up to 21 cm long, passerinebird of the Paradisaeidae family. The male is a red and black bird-of-paradise with a yellow mantle on its neck, light green mouth, rich blue feet and two curved violet tail feathers. The head is naked blue with black double cross pattern on it. The female is a brownish bird with bare blue crown”.²

Abaixo uma imagem do macho desta ave, que é lindíssimo!

Fiquei encantado pelos dois! :)

1 fonte: http://super.abril.com.br/ciencia/atracao-iguais-446781.shtml

2 fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Wilson’s_Bird-of-paradise

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